Capítulo 25

      Eles voltam para a casa de Brayan para almoçar e descansar, durante o almoço conversam sobre o que farão agora que ela tem as armas.

- Temos que partir precisamos encontrar os outros guerreiros que faram parte da ordem, e deve ser o mais rápido possível, eu sinto que o Mago Negro não demorará a voltar. Além disso sinto outra maldade presente não tão poderosa quanto ele que está a espreita.

- O que, tem mais um mago ajudando ele? – pergunta Brayan

- Não sei dizer ainda se é mago ou não pois a presença ainda é fraca, e mais jovem.

- Sendo assim partiremos amanhã bem cedo, Valquíria você deve descansar agora, va até seu quarto e deite um pouco. – diz Brayan

- Enquanto você descansa nós arrumaremos tudo para nossa partida. – diz Noel

- Nós ajudaremos. – diz Davi

- Esperem, como Brayan virá conosco preciso de um favor de vocês, gostaria que continuassem tomando conta de tudo aqui.

- Simon como você é o mais velho ficará no comando de tudo, o Davi te ajudará, mas ele ficará responsável pela casa do guardião. – diz Brayan depois olha para Val e diz- Preciso fazer isso não só por mim mas pelo meu pai pois até hoje ele se sente culpado por não ter ajudado na época. Ele quer muito ser perdoado.

- Eu já o perdoei, pois veja tudo o que ele fez não só por meus pais mas pelo povo da aldeia, isso é muito importante para mim ele poderia ter deixado todos os moradores onde estavam, ao invés disso construiu um galpão e os guardou lá, e ainda pediu que as mante-se limpas.

- Obrigado isso é muito importante para mim. Ele ficará feliz em saber disso.

- E então rapazes faram isso por mim?

- Sim, faremos por você e por Brayan, pois para nós ele é como um irmão.

- Obrigada rapazes, isso é muito importante pra mim.

Val vai até o quarto e deita para descansar, mas não consegue ficar na cama então levanta e decide ir até a casa de seus pais. Ela sai do quarto e não vendo ninguém deixa um bilhete em cima da d mesa para o caso de alguém não a encontrar e sai.

Brayan que tinha ido resolver alguns assuntos com os outros soldados retorna e segue direto até o quarto de Val, mas quando abre a porta e não a vê se desespera sai de lá e a procura pelo resto dos cômodos até chegar a cozinha onde encontra o bilhete, depois de lê-lo ele fica mais calmo e decide ir atrás dela. Quando chega na casa do guardião ele segue direto para escritório a porta está aberta ela para na entrada e observa Val seu coração dói ao ver a dor em seus olhos ele vai até ela e se ajoelha ao seu lado então a abraça. Eles ficam assim alguns instantes, Val então diz;

- Sinto muito por deixa-lo preocupado, mas não precisa ficarei bem.

- Sei que ficará, você é uma garota forte e determinada. Mas você também é humana e tem direito de se sentir frágil as vezes, a dor, o sofrimento e o amor é o que nos tornam fortes e determinados. Desculpe tê-la seguido, mas fiquei preocupado.

- Gostaria de andar pelo jardim, você me acompanha?

- Sim, vamos.

Eles então saem do escritório e seguem até o jardim, lá sentam em um banco que fica próximo a fonte, embaixo de uma treliça de madeira coberta por trepadeiras com flores amarelas. Val então diz;

- Quero te agradecer por ter ficado comigo e me cuidado durante a noite.

- Foi um prazer para mim.

- Como assim, muitos até cuidariam de mim, mas sentiriam nojo quando me olhassem, mas você não sentiu quando acariciava meu cabelo, era com carinho.

- É porque eu olho além da aparência física, pra mim o mais importante não é a beleza externa mas sim a interna é quem você é por dentro que conta.

- Eu também sou assim, valorizo muito o interior das pessoas, ainda mais que posso ler suas mentes e seu coração, mas com você é diferente, não farei isso pois você ajudou a mim e ao Noel, confiou em nós, não quero trair essa confiança.

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