Capítulo 24


  Quando Val conseguiu se recompor, ela levanta e segue até uma porta vermelha com a fechadura de prata, onde é o escritório de seu pai, ela sabia pois como havia visto muito do passado de seus pais sabia onde era cada cômodo da casa, era como se tivesse vivido a vida toda ali. Os rapazes a seguem a alguns passos de distância para dar espaço a ela, quando ela abre a porta vê a estátua de seus pais abraçados olhando para frente com um olhar de tristeza e dor, ela então corre até eles e os abraça mesmo sabendo que não será retribuída pois ela sabe que seria se não fossem estátuas. Quando faz isso ela vê o que precisa fazer para pegar as armas do guardião.

- Eu prometo pela minha vida que lutarei pela paz e segurança, não só do meu, mas de todos os mundos que existem, restaurarei a ordem e as pessoas que de alguma forma foram prejudicadas, sei que a batalha que está por vir será dura mas tenho amigos que me ajudaram, eu unirei os povos e reinos do meu mundo para me ajudar, só com a nossa união conseguiremos resgatar tudo o que perdemos até agora. Eu honrarei meus antepassados cumprindo essa missão.

Nesse momento uma luz branca surge no teto e começa a descer, Val estende as mãos para pegar as armas pousarem nelas e quando as toca tem uma visão do que vai acontecer logo, e das vestimentas que usara neste momento, mas não revela aos rapazes para não deixá-los preocupados pois se vê ao lado deles cercados e lutando com guerreiros e monstros. Então quando olha para as armas fica impressionada pois são lindas, o arco é feito de um galho da figueira sagrada com um fio de luz e trabalhado em ouro branco com joias, nas extremidades uma esmeralda cercada por rubis, já o cajado que também é feito da mesma árvore dez cm antes de uma extremidade tem uma espécie de folha feita de fios de ouro branco, esses dez cm tem escritas e símbolos gravados, já nessa mesma ponta tem uma mini coroa com um diamante azul e ao seu redor vários diamantes e esmeraldas, mas dentro deste cajado está a verdadeira arma do guardião uma espada mágica feita de um aço encontrado em um meteoro que havia caído nesse mundo a centenas de anos, é um aço muito leve e fácil de manejar não é como as espadas dos guerreiros, ela é inquebrável.

Depois de ficar por alguns momentos olhando as armas ela levanta a cabeça e nota uma luz rosa a envolvendo, então fecha os olhos e diz eu também amo vocês. Quando os abre está feliz e sorri para os rapazes que até o momento estavam calados e observando, mas espantados ao mesmo tempo com o que aconteceu, eles andam até ela e Brayan diz;

- Como sabia onde elas estavam, e como pega-las?

- Meu pai sussurrou para mim antes de me entregar a você, ele disse que quando os encontrasse eu encontraria as armas, se o feitiço não fosse quebrado antes, então quando entrei aqui e os abracei eles me mostraram o que fazer.

- Onde estão as flechas? – Pergunta Brayan.

- Elas surgirão quando o arco for usado por mim, essas armas só podem ser usadas por um guardião, mas se alguém estiver em perigo outra pessoa poderá usá-lo para proteger ou defender.

- Eu ainda não tinha ouvido falar sobre esse tipo de arma. – Diz Brayan

- Elas foram feitas pelo primeiro guardião, foram forjadas por um mago muito poderoso com a ajuda do rei da luz daquela época, poucos sabem sobre elas e como funcionam.

- Ouvi um dos guerreiros dizerem que o Mago Negro está atrás delas.

- O mal não pode toca-las ou usa-las, mesmo que ele enfeitice alguém não poderá usa-las pois elas sentiram a maldade e não funcionaram.

- Devemos voltar Valquíria você precisa descansar, ainda não está muito forte.

- Está bem. – Ela olha para as estátuas e diz- Lutarei com o Mago Negro e nem que custe a minha vida o destruirei para salvar todos os mundos, mas mesmo sendo um pouco egoísta quero vocês de volta acima de tudo.

Brayan ouve aquilo e fica preocupado e diz;

- Você não vai morrer pois não estará sozinha nessa luta, vou estar ao seu lado.

- Não esqueçam de mim. – diz Noel

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