CAPÍTULO 37

ALERTA hot!!

🌊 Esse capítulo terá algumas cenas um pouco hot. Se você não pode ou não quer ler esse tipo de coisa você pode pular o capítulo tranquilamente, pois, não vai interferir no capítulo que vem a seguir.

🌊 Coloquei uma música pra ouvir após a primeira cena do capítulo.

Espero que gostem e boa leitura...

Estou sentada no sofá agora. Nathan me deu um copo com água. Estou bebendo por ele, pois eu estou bem. Parei de tremer.

Ele se senta ao meu lado ainda me olhando aflito.

- Nathan, sabe se todas essas casas tem habitante? - eu pergunto curiosa.

- Tem sim. Mas algumas deve estar vazias também. Por quê? - ele pergunta franzindo o cenho.

- É que eu pensei ter ouvido vozes em grupo. - eu explico.

- Vozes? Não se preocupe. Deve ser o eco de alguma casa dando festa ou algo do tipo. A minha casa é uma das mais distantes das outras e por isso aqui é um pouco silencioso. - ele tenta me explicar, mas está claro que desse lado da montanha não vem muita gente. - Fica tranquila. Deve ter sido algum grupo de... Adolescentes. Eles costumam vir nos fins de semana, fazer fogueira na praia. Esse local também tem pontos turísticos.

- Hum. Deve ter sido. Eu espero que seja.

- Por quê?

- Porque parecia ser coisa da minha cabeça. - eu explico e ele franze o cenho.

- O que exatamente você ouviu? - ele pergunta curioso.

- As gaivotas me fizeram ouvir risadas e trovão. O barulho do vidro se quebrando. Parecia uma batida. E também ouvi uma voz pedindo pra parar alguma coisa... - eu conto.

- Onde? - ele pergunta.

- Ali, perto da varanda. Senti algo estranho também. E então eu ouvi as risadas na praia, mas só tinha um homem com a garotinha brincando na areia e nós dois. - eu explico e Nathan fica congelado na minha frente olhando tenso para o nada como se tivesse com medo. - Nathan? Nathan, você está me ouvindo?

- Estou. - ele está lento, finalmente pisca - Isso é... Estranho.

- Sim. Por isso que eu estou falando. Talvez isso pode ter alguma coisa a ver com minha perda de memória. Talvez... Talvez eu possa estar me lembrando. Mas, por que agora? Por que aqui? - questiono, voltando a ficar nervosa.

Ele toca em meu rosto e suaviza o olhar.

- Ei. Não fica com medo. Esquece isso. - ele me pede.

- Mas, e se for a minha memória querendo voltar? E se eu já estive em Muir Beach no passado... - Nathan segura firme em meu queixo ele me olha fixamente.

- Esqueça. - ele sussurra - Por favor... Não pense nisso.

- Mas - ele me cala com o beijo, numa intensidade sagaz, permitindo-me sentir o gosto irresistível.

Ele não me deixa mais falar, ele apenas me deixa saborear seus lábios os quais eu não resisto e o deixo me invadir.
Ele para por um instante, suspirando, com a testa na minha...

- Esqueça. - e volta a me beijar, começando a me despir, tirando a minha jaqueta. Ele faz o mesmo com a dele e eu o ajudo. Caindo para trás ele vai para cima de mim no sofá, contudo, ele me coloca em seus braços e se levanta.

Carregando-me em seu colo, ele segue na direção do corredor dos quartos. Eu suspiro, estou hipnotizada por seus lábios, seu olhar, ele todo.

Nathan anda sem tirar os seus olhos dos meus. Ele consegue andar sem olhar aonde pisa. Deve conhecer esse lugar mais do que seus pais.

Ele abre a porta com o pé, à empurra, mostrando que ela já estava aberta, apenas encostada. Vejo que é um quarto bonito e encaro o jogo de cama de casal branco e cinza.

Ele me coloca deitada sobre a cama. Retira suas botas brevemente. Eu tenho tempo de me aconchegar na cama macia, intensificando meu desejo.

Nathan começa a tirar minhas botas com cuidado e eu permaneço deitada. É excitante vê-lo de onde estou.

Terminando de tirá-las, agora de pé na minha frente, ele leva as mãos até sua calça jeans e desce o zíper, lentamente, sendo completamente tentador. Ele sorri sacana, tirando a camisa e pula em mim como se fosse nadar.

Em beijos, começo a tocá-lo e ele faz o mesmo, tirando minha blusa, meu sutiã, deixando-me amostra pra ele.
Trocamos de posição e eu fico por cima dele e começo a tirar sua cueca.

Vendo-o desnudo eu o atiço, agora por cima dele, acariciando seu membro rijo, fazendo-o gemer rouco e baixinho. Beijo cada parte do seu corpo, sua cicatriz no braço, sentindo grande necessidade de confortar o que antes havia doído, assim como as cicatrizes que carrego comigo.

Estimulando-o com a minha mão, vendo sua expressão completamente prazerosa: um sorriso travesso e olhos entreabertos, enquanto o faço.

É a visão que eu queria apreciar por um longo tempo e jamais esquecer.

Me curvo e introduzo o membro na minha boca e saboreio o que me dá todo esse prazer.

- Isso minha linda... - ele suga o ar com os dentes - Oh, Violet...

Ele adentra seus dedos no meu cabelo, enquanto eu o faço, acelerando o movimento da minha cabeça para cima e para baixo.

Tiro-o da boca e Nathan levanta a lombar da cama e me pega pela cintura, movimentando-a em direção ao seu corpo.

Ele me senta por cima dele, deslizando  lentamente o seu membro rijo por todo músculo de meu íntimo. Ele geme alto em aprovação, deitando-se.

Sinto suas mãos grandes com anéis nos meus quadris, ajudando-me a subir e descer, sentindo todo meu corpo estremecer, olhando para seu rosto tentador enquanto ele está deitado.

Sinto meu seio esquerdo encaixar perfeitamente em sua mão, formando uma concha. Sorrio espontaneamente de olhos fechados, desfrutando de todo esse êxtase. Coloco minha mão por cima da dele que está sobre meu seio e escuto seu riso gostoso.

Ele levanta a lombar da cama novamente e começa a me beijar nos lábios, nos ombros, no meu pescoço e nos meus seios, perdendo-se aqui no meio, dando-me chupões, enquanto estapeia meus quadris e aperta com força, fazendo-me sentir uma dor prazerosa e cada vez mais excitante.

Um momento único e somente nosso. O êxtase me consome.

- Eu. Te. Amo. Nathan. - eu digo de forma quase falha, com a respiração descompassada, subindo e descendo sem parar. Sentindo meu corpo implorar por mais cada segundo que eu subo e desço mais rápido sobre o que me dá prazer, disparo a adrenalina, minha cabeça se inclina e meu corpo inteiro se torna uma explosão.

Ouço um gemido grave e rouco, inteiramente satisfatório vindo de Nathan e desacelero contra minha vontade, desmanchando-se por cima dele, deitando-o e me mantendo sobre seus braços, sentindo seu tórax suado e ouvindo seu coração acelerado.

Mesmo ele não dizendo nada, eu sei que o que sente é recíproco.

Estamos calados, abraçados, olhando pro teto alto de madeira do quarto. Tem um ventilador em cima de nós, mas não está ligado.

No silêncio mútuo, somente com o som das ondas distantes, eu viro de bruços por cima dele e vejo seu rosto. Ele percebe que o observo e me encara, fazendo-me escapar um riso pelo nariz e ele retribui.

Rindo um para o outro como dois idiotas apaixonados, Nathan leva sua mão até meu cabelo e adentra seus dedos nas mechas, acariciando a raiz, fazendo com que eu feche meus olhos involuntariamente.

🌊 O capítulo 38 vem aí... rs

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