Parte 3
Chegamos até a porta da minha casa.
— Bom, chegamos. — Ele dá de ombros.
— É... — Falo cabisbaixa, pensando no quanto queria que aquele momento tivesse durado mais
— Só depende de nós. — Ele sorrir.
— O que depende de nós?
Ele chega mais perto de mim.
— Fazer com que os nossos momentos durem mais.
Eu já estou ficando paranoica, existe alguma maneira de colocar escutas no meu cérebro? Pois é isso que parece!
Olho para os seus lábios e percebo que os meus imploram por eles, fazendo assim eu colocar minhas mãos no seu cabelo, o puxando para mais perto do meu corpo.
— Parece que não há mais ninguém para nos atrapalhar agora. - Digo.
Ele sorrir mordendo os lábios, encostando tua boca na minha...
— FINALMENTE! — meu pai sai pela porta a gritar.
Fico a pensar que falei rápido demais.
— Pensei que haviam lhe rapta... — Ele se dá conta do que estava prestes a acontecer. Então, tosse umas duas vezes envergonhado. — Quero dizer, fiquem à vontade né... — estalas os dedos, apontado os seus indicadores para mim. — Essa é a minha garota! – entra, fechando a porta.
— Ah meu Deus, pai! — coloco a mão na cabeça, abaixando-a. — Às vezes penso que ele é mais adolescente que eu!
— Pode ter certeza disso! — diz Nicollas a rir.
Fico então admirando- o a gargalhar. MEU DEUS, QUE RISADA MARAVILHOSA DA PORRA!
— O que foi? — ele pergunta ao me pegar o analisando — Tá, eu sei que sou bonitão!
— Hahahaha, convencido você quis dizer! — Falo sorrindo.
— Na verdade o que eu quero dizer, é que desejo muito beijar essa sua boca, mas como palavras não são o bastante...
Suas mãos vêm pela minha nuca, puxando os meus cabelos delicadamente, trazendo o meu rosto para perto do dele, até que finalmente, me beija, com uma das suas mãos na minha cintura puxa o meu corpo contra o seu. O beijo é lento, até tomar um compasso eufórico, querendo mais e mais sentir o meu sabor na sua boca.
Depois de tantos imprevistos que atrapalham esse momento, bem que eu esperava por um chafariz atrás da gente e um pouco de fogos de todas as cores possíveis para comemorar o tão esperado beijo, E QUE BEIJO!
Depois de todo esse tempo nos beijando, o que realmente compensou toda a espera, nós tivemos que infelizmente, nos despedirmos.
— Te vejo amanhã então? — Ele sorrir novamente a morder os lábios. OH MEU DEUS, ASSIM NÃO AGUENTO, TENHO QUE ENTRAR, DA UMA FORÇA AI!
— Nos vemos sim, neném! — retribuo o seu sorriso.
Ele me dá outro beijo, um menos demorado dessa vez, o que é uma pena!
Vou em direção à porta e, ao entrar vejo meus pais e Dalva saindo da janela em um rápido movimento. Que vergonha!
Eles até tentam disfarçar com um assunto nada a ver sobre como os ovos eram produzidos, o que me fez ter uma crise de risos, eles realmente pensaram que eu acreditaria nisso?
— O que foi filha? — Minha mãe pergunta ao me ver os analisando.
— Nada mãe... — falo tentando controlar o riso.
— Foi com tudo hein filhona! Me lembrou dos tempos da adolescência em que eu e sua mãe parávamos na estrada com o meu carro e...
— Andrew! — Minha mãe o interrompe apertando a perna dele.
Não consigo me segurar com a cena e minha risada sai mais escandalosa do que antes.
— Ai ai. Vou subir ok? Amo vocês!
— Dorme bem filha! Também te amo. — Minha mãe se despede soltando um beijo no ar.
— Vai meu bem, tenha bons sonhos! — Dalva me lança um sorriso.
— Ela vai ter ótimos sonhos sim... com o Nicollas! Cuidado para não babar todo o travesseiro! —meu pai rir.
— Hahahaha, muito engraçado! - Pego uma almofada do nosso sofá e a arrumo em sua direção.
Subo as escadas e depois de tomar um bom banho, deito em minha cama e adormeço.
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