── 022:.
Pov. Chase Hudson
- Charli? Char? Cadê você? - gritei assim que entrei em casa, meu coração estava disparado, e precisava ver ela, saber que estava bem.
Entrei no quarto e ela saia do banheiro enrolada em uma toalha.
- Chase?
- Graças a Deus. - a puxei para meus braços e beijei seus lábios com desespero. Língua, dentes, lábios, eu queria estar em cada parte dela, sentir ela, minhas mãos tocavam seu corpo com desespero. Eu precisava dela, deus o que eu faria se Tamora a matasse. Eu não suportaria perder minha Charli. Ela afastou a boca da minha ofegante.
- Chase, amor, o que houve?
- Eu pensei... - enterrei meu rosto em seu pescoço, e ela me abraçou com força.
- Está tudo bem Chase, eu estou bem. - assenti contra sua pele e a ergui andando até a cama, e arranquei sua toalha.
- Chase? - ela ofegou e a deitei na cama ficando sobre ela, minha boca foi imediatamente para seus seios, e os beijei com urgência, chupando e lambendo os mamilos.
- Oh... Chase, o que...
- Por favor, eu preciso de você. - murmurei roucamente olhando para seus olhos e ela assentiu, o que eu achei misterioso é que ela me deixou ficar no comando, ignorei e voltei e enterrar o rosto entre seus seios os beijando.
Ela gemeu arqueando o corpo contra o meu, e sai de cima dela praticamente rasgando minhas roupas do meu corpo, ela respirava ofegante, e quando deitei em cima dela, já colei meus lábios nos seus.
Nosso beijo era desesperado, e continha tanta paixão e necessidade um do outro, eu sabia que ela não entendia o que havia de errado comigo, mas ela não perguntou, ela só me beijou e me agarrou com a mesma urgência que eu, e era só o que eu necessitava agora.
Levei a mão ao seu centro e provoquei seu clitóris, até ela estar úmida e quente pra mim, ela gemia contra minha boca, se contorcendo sob meus dedos, e quando afastamos as bocas ofegantes, eu desci meus beijos para seu pescoço e seguindo para seus seios.
- Chase... oh Chase... - ela arfava sobre meus lábios, suas mãos passeando por todo o meu corpo, arranhando e apertando minha pele.
Tirei meus dedos dela, e levei meu pau a sua boceta úmida, em uma única investida eu estava dentro dela, e tudo parecia certo novamente. Só eu e ela.
Éramos um enquanto investia freneticamente dentro dela. Meu pau totalmente rodeando pelo seu calor úmido, ela gemia meu nome a cada investida e enterrei meu rosto entre seus seios, sentindo o calor da sua pele, lambendo seu suor salgado.
Eu viria logo, e ela já estremecia embaixo de mim, levei minha mão novamente ao seu clitóris o provoquei lentamente, até ela gritar e seu corpo inteiro pulsou quando ela veio, sua boceta mordendo meu pau e me puxando para o gozo.
Eu ainda investia meu pau lentamente dentro dela, e ela beijava minha testa e acariciava meus cabelos, quando finalmente me acalmei olhei para ela, e Charli tocou meu rosto com delicadeza.
Me virei para o lado saindo de dentro dela, e ela me olhou por um momento antes de se sentar.
- Chase?
- Venha aqui.
Me sentei e a puxei para meu colo, suas pequenas mãos passeavam pro meu cabelo e suspirei apreciando seu toque, sentindo seu cheiro.
- Chase carralho, amor, fale comigo... por favor? - levantei o rosto e ela segurou meu rosto entre as mãos. - O que houve?
- Tamora esteve na empresa.
- Oh porra! E o que ela disse?
- Ela praticamente confessou tudo, ela está completamente louca. Ela... - engoli em seco e a abracei forte.
- Ela te ameaçou?
- Não, ela ameaçou você.
- Ow. - já ia enterrar meu rosto em seu pescoço, mas ela não deixou e me encarou seriamente. - Me escuta Chase, a vaca não vai nos separar. Ela não vai conseguir se livrar de mim.
- Char...
- Eu prometo pra você, ela não vai conseguir nos afastar. - assenti e beijei seus lábios com mais calma agora, aproveitando seu gosto. Ela me beijou de volta, infiltrando sua língua em minha boca, e a enroscando com a minha. Quando nos afastamos, ela afagou meu rosto com carinho.
- Eu amo você.
- Também te amo Chase. - ficamos em silêncio por um momento e suspirei e encostei minha testa contra a dela, Charli escovou os lábios contra os meus e a olhei.
- O que foi? - ela tinha um pequeno sorriso nos lábios, e seus olhos brilhavam em determinação.
- Você disse que Tamora confessou o que ela fez?
- Sim. Até meu pai, disse que tinha que se livrar dele, por que ele estava entre nós. - esfreguei o rosto, mas ela ainda sorria. - O que?
- Você não vê Chase, podemos nos livrar dela.
- Como?
- Ela com certeza está muito perturbada, e isso é bom. Podemos usar isso contra ela. Podemos fazer ela confessar.
- Ela nunca confessaria.
- Sim confessaria, pra você. E se você gravasse ela confessando tudo.
- Eu... eu não sei Charli, ela está tão... perturbada.
- Mas isso é bom. Ela fala as coisas e nem percebe, pode fazer ela te contar tudo -Fala com um sorriso diabólico.
- E você?
- Eu?
- Ela quer matar você.
- Ela não vai ter a chance. - esfreguei o rosto com as mãos.
Ela tinha razão, Tamora confessaria tudo pra mim, e se eu gravasse finalmente ela iria ser presa, e eu me veria livre dela. Livre da sua presença, da sua loucura. E minha Charli estaria segura.
- Ok, eu faço.
- Você vai Chase, ela vai confessar tudo e vamos ficar livres dela. - assenti.
- Tudo bem, mas você tem que me prometer que vai ficar em segurança.
- Eu...
- Charli... Char, por favor?
- Eu posso ir pra Dixie, enquanto está com Tamora. Mas eles não sabem aonde nós moramos Chase.
- Verdade, aqui deve ser mais seguro. Mas não abra a porta para ninguém a não ser eu.
- Ok, é uma promessa.
- Bom.
- Agora ligue pra ela -falou autoritária
- Agora?
- Vamos Chase, quanto mais cedo isso acabar, melhor.
- OK. - ela saiu do meu colo e foi até sala voltando em seguida com o telefone, o peguei agradecendo e a puxei para meu colo.
- Pronto?
- Acho que sim. - disquei o numero e tocou algumas vezes, até uma emprega atender e ela foi chamar Tamora. Esperei pouco, pois logo ela atendeu.
Chamada on
- Chase, meu amor?
- Oi... mãe. - se era pra fingir, Any concordava, pois me deu um dedão positivo.
- Oh meu amor, como você está? Sentindo falta da mamãe?
- Claro, ma - mamãe. E você está bem?
- Sim, eu... eu sinto tanto sua falta meu amor. - engoli o bile.
- Eu também. Eu posso ir ai?
- Claro que sim, vou preparar um jantar para você meu lindo, ou podemos ir jantar fora...
- Não, em casa é melhor. Nós precisamos conversar.
- Oh, ok. É sobre hoje?
- Sim, posso ir ai?
- Agora?
-Sim.
- Não, amanhã. Agora Gabriel está aqui.
- Oh ok. Ele vai estar ai amanhã?
- Não, não, não. Não precisamos dele, vamos ser só nós dois, como deve ser.
- Sim, como deve ser. - ela riu animada.
- Oh querido, finalmente você está ouvindo a razão.
- Tamo...
- Não fale nada. Amanhã. Amanhã resolveremos tudo.
- Claro. Amanhã as onze.
- Perfeito.
- Eu tenho que ir agora.
- Ok, eu te amo.
- Tchau. - desliguei rapidamente, respirei fundo.
Chamada off
- Marcou?
- Sim, amanhã.
- Ótimo. É até melhor, assim temos mais tempo de comprar um gravador e você desmascara ela.
- Charli... - grunhi me jogando pra trás na cama e ela deitou em meu peito.
- Vai dar tudo certo Chase. - a olhei e ela sorriu.
- Pode me prometer isso?
- Não, o quê agora virei vidente?- falou debochada e eu ri -Mas eu sinto que vai dar tudo certo. - assenti e rezei pra que ela tivesse razão.
(...)
Olhei para a casa que costumava ser meu refugio do mundo e fiz uma careta. Esperava nunca mais voltar aqui, e aqui estava eu de novo. Mas era a ultima vez, assim que isso acabasse venderia essa casa. Ela só tinha lembranças ruins.
Toquei no gravador no bolso do meu terno mais uma vez, e respirei fundo. Eu podia fazer isso. Era só a deixar falar seus absurdos de sempre. E depois disso a policia daria conta de Tamora e Gabriel. Isso se ele estivesse envolvido o que eu tinha certeza que estava.
Respirei fundo e acionei o gravador como o vendedor havia ensinado para mim e Charli. A fita tinha algumas horas, mas duvido que demorasse tanto. Coloquei o gravador de volta no meu bolso e bati na porta.
Não demorou muito ela própria abriu a porta e usando um vestido de noite, muito revelador pro meu gosto, forcei um sorriso.
- Olá Ta... mãe. - ela sorriu brilhantemente.
- Chase, meu amor. Estou tão feliz que está aqui.
- Hmmm, sim posso... posso entrar?
- Claro, claro. - ela abriu caminho e entrei, caminhei diretamente para a sala, podia ouvir ela me seguindo, e engoli em seco. Ao chegar a sala respirei fundo e quando me virei ela estava quase colada em mim.
- Eu...
- Não fale nada Chase, eu sei que é difícil para você, mas eu posso esperar.
- Esperar o que?
- Que você se acostume. Afinal eu tive anos pra me acostumar com meu amor por você, e deve ser difícil para você estar comigo assim, mas eu serei paciente meu amor. - ela tocou meu rosto e me afastei.
- Do que está falando?
- Querido, não precisa ter vergonha dos seus sentimentos. Eu estou segura de que isso é certo.
- Tam...
- Não, nada de Tamora, sou sua mãe.
- Oh meu Deus, você está louca.
- Chase não fale comigo assim.
- Você realmente acha que eu vim... Deus, isso é doentio. - esfreguei o rosto, e ela voltou a me tocar.
- Querido, isso é o certo. Você e eu pertencemos um ao outro. - neguei me afastando dela.
- Foi por isso que matou Sofya e Taylor?
- Por que você sempre fica lembrando delas? Elas não serviam para você. Eu te fiz um favor matando aquelas vadias.
- Eu amava elas. - gritei e ela bufou.
- Amava nada. Era só os seus desejos de homem. Mas comigo, vai ser completo e puro amor.
- E meu pai?
- Seu pai, eu pensei que o amava, mas quando você nasceu eu soube que nada se comparava ao que sentia por você. E conforme você foi crescendo, e se tornando esse homem lindo, meu amor, aumentou e virou desejo, paixão. E eu sabia que pertencíamos um ao outro.
Oh Deus, ela era louca. Minha ânsia dessa mulher só aumentava. Como pude não notar sua loucura? Como consegui não enxergar quem ela realmente era? Respirei fundo e tentei me focar no plano, quanto mais ela falasse melhor.
- Então você matou meu pai também?
- Você sabe que sim.
- Do mesmo jeito que matou Taylor e Sofya? - ela rolou os olhos.
- Sim, Chase. Por que nós temos que ficar voltando naquelas vadias? Esqueça delas, esqueça de todas! Vamos ser só nós dois.
- E Gabriel?
- O que tem ele?
- Ele te ajudou? - ela deu de ombros e se sentou.
- Sim, ele me ama e faria qualquer coisa por mim.
- Você não o ama? - ela riu.
- Gabriel? Nunca, eu só amo você Chase. Gabriel foi conveniente, eu sabia do seu desejo pela empresa e foi fácil convencê-lo a fazer tudo que eu queria.
- Eu não posso acreditar nisso. - cai em uma poltrona olhando em choque. Mas eu precisava de mais, não para a fita, mas agora eu queria saber tudo. Queria realmente conhecer a mulher que um dia eu chamei de mãe.
- Como você fez?
- O que?
- Como... como matou eles?
- Uma mistura que uma mulher me arranjou. Um chá.
- Quem é essa mulher?
- Eu não conheço, Gabriel que trouxe para mim. Eu sempre estive mais em contato com as vadias e pra me livrar delas era mais fácil.
- E meu pai?
- O mesmo chá, mas eu dei uma dose maior para ele, as vadias eu dava dose mais lentas, por isso elas iam morrendo aos poucos.
- Por quê? Por que não o deixou morrer lentamente como elas?
- Por que o idiota estava desconfiado de mim, precisei ser rápida.
- Você não tem nenhum remorso não é?
- Meu amor, eles estavam no nosso caminho. Agora sem eles podemos finalmente viver nosso amor.
- E Gabriel, o que ele ganha com isso?
- Querido, não se preocupe com ele, eu já planejei me livrar de Gabriel.
- Já? - ela riu e se levantou indo até o aparador e se servindo de uma bebida.
- Sim, o idiota, ele realmente acha que eu ficaria com você e com ele. Como se eu pudesse dividir meu amor, que é só seu, com ele. Grande tolo.
- Como... como vai matá-lo?
- Não vou matá-lo. Ele vai preso.
- Preso? - ela riu e bebeu o uísque de um gole.
- Sim, ele vai nos ajudar se livrando daquela vagabunda, e depois vai preso. Matamos dois coelhos com uma cajadada só. - riu histericamente e me levantei de um pulo.
- Ele vai matar Charli?
- Sim. - ela mexeu no cabelo distraidamente. - Deve estar se livrando da vagabunda agora mesmo.
- O que? Não, não vocês não sabem onde ela está... - comecei a tremer e ela sorriu.
- Querido, Gabriel seguiu vocês pra mim. Eu sei exatamente aonde mora sua puta.
- Tam...
- Chega de falar disso. Vá se arrumar para que possamos comemorar.
- Não, o que planeja, eu exijo saber. - ela bufou.
- Gabriel vai matá-la, e se livrar do corpo no lixão. E eu farei uma denuncia anônima e a arma de Gabriel está na casa dele. O tolo, é tão fácil manipulá-lo.
- Eu não vou permitir isso. - já ia para a porta, quando ela correu parando em minha frente.
- Aonde vai?
- Impedir que você machuque minha mulher.
- Chase pare com isso. Eu sou sua mulher. - a empurrei e ela caiu no chão.
- NUNCA EU PREFIRO MORRER A FICAR COM VOCÊ! - gritei e corri para meu carro, já discando o numero do apartamento.
- Atenda Charli, por favor, atenda. - sussurrei entre lagrimas desesperado, e o telefone só tocava. Quando cheguei ao carro, finalmente ela atendeu.
Chamada on
- Elly?
- Ela não pode falar agora.
- Gabriel?
➸ Ai ai, e ai o que será que vai acontecer?!
➸ Tamos na reta finallll, não estou pronta não :(
➸ Quero deixar aqui um mini recado, então amanhã vai acontecer algo muito importante para mim, eu vou participar numa sessão fotográfica e eu não sei se irei ter tempo de postar no horário habitual se não eu posto mais tarde, domingo eu vou para a praia em principio e segunda eu vou ter um passeio também importante então os capítulos saíram à msm hora de amanhã na segunda é que eu posso não conseguir mas eu vou tentar, terça feira a fic termina e se na segunda eu não conseguir postar posto os dois últimos capítulos na terça e é isto, até amanhã amo vcs <33
~• 𝙒𝙄𝙏𝙃 𝙇𝙊𝙑𝙀, 𝙆𝙄𝙆𝘼 ♡︎
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