Capítulo 23
🥀𝙿𝚎𝚛𝚜𝚎𝚐𝚞𝚒𝚍𝚘 𝚎 𝚂𝚞𝚛𝚙𝚛𝚎𝚎𝚗𝚍𝚒𝚍𝚘.
Dongju
Desespero era a palavra que definia a mim naquele momento, vendo tudo que acontecia e o desespero de seoho era simplesmente algo que me agoniava e eu não queria sentir aquilo, meu irmão me ajudava a ligar o carro, aprecia que quanto mais tempo a gente perdia mais as coisas ficavam ruins.
Quando eu consegui ligar o maldito carro que parecia não querer ligar de jeito nenhum, estava Seoho caído no chão. Aquela cena me deu medo, eu pisei no acelerador, vendo a fera saltar para dar o ataque final no meu amigo, quando Keonhee chegou naquele exato momento.
Nem tempo de agradecer aos céus tive, apenas parei o carro ao lado do senhor vendo Keonhee gritar com ele para entrar no veículo e sairmos o quanto antes dali, pisei no acelerador e dei partida do parque, confesso que estávamos nervosos, minha respiração parecia não querer se regular, passando pela rua deserta vendo pelo espelho já estávamos longe de toda aquela confusão. Engoli em seco, respirando fundo novamente. Quem sabe agora eu podia dizer que estávamos bem.
Mas ouvir o senhor gemer de dor me seu um certo medo ele se encolhia no banco ao meu lado, seus gemidos eram altos, como se aquilo machucasse ele de uma certa forma.
— senhor! Esta tudo bem? — Dongmyeong tocou no braço dele, ele tentou negar, eu assim que virei para frente vi um homem parado no meio da estrada, acabei freando e jogando o volante com tudo ao lado, sem perceber que havia uma árvore enorme a nossa frente, o carro bateu com tudo e daí em diante só a dor que eu senti, o resto ficou tudo escuro.
Quando me livrei daquele lobo desgraçado, eu consegui correr para onde os meninos estavam indo, meus ouvidos eram ótimos e ao ouvir o gemido do Seoho acelerar meus passos até ouvir a batida, meu coração deu uma falha, um erro ao achar que ele tinha sofrido um acidente.
A frente avistei um homem, suas vestes negras, em sua cabeça um chapéu do modelo de minha época, ele estava no lado do Seoho, e estava prestes a ficar nele. Meu coração acelerou e com um golpe acertei um soco no rosto do mesmo, de relance com isso vi o carro destruído, estava todo acabado, e os meninos estavam feridos dentro dele, o sangue me deixava louco, a sede me consumindo só em sentir o cheiro do sangue de Seoho.
Tentei me manter em fico com aquele vampiro que me olhava com seus olhos vermelhos em odio, porém sua pode de Durão sumiu quando usou seus poderes e sumiu de nossa frente. Pelo visto eu tinha algo melhor a fazer. Saber quem era ele e por que estava atrás do Seoho.
— keonhee! — me Ciro para Giwook e Lerdo, que vinham caminhando sujos de sangue.
— vamos levar os meninos para a nossa casa, eles precisam de cuidados. — deitei pegando o Seoho, olhei eles pegando os gêmeos e assim saímos dali antes que a polícia chegasse no local de tudo.
Ao chegarmos em casa, levamos eles diretamente para o quarto, Youngjo começou a me ajudar com os ferimentos deles, o que fora uma grande sorte já que nenhum deles estava ferido gravemente, e nem com ossos quebrados. Deixei eles ali a dormir e segui para a sala, onde os meninos estavam, me sentei na poltrona soltando um suspiro auditivo.
— o que aconteceu lá? — Hwanwoong profere me olhando — por que os lobos atacaram?
— eles pareciam estar atrás de alguem— lerdo comentou, eu já estava certo da resposta.
— e eles estavam — olhei ambos — do Seoho.
— por que do ruivo? O que ele tem? — Youngjo perguntou confuso.
— isso que eu ainda não sei. Eu ainda não entendi do por que os lobos estarem lá e por que aquele vampiro estranho estava atrás de Seoho. — levei as mãos aos meus fios o jogando para trás.
— isso tudo ainda está uma bola de neve. Acha que devíamos procurar nessa geração um bruxo do clã que conhecíamos? — Giwook profere a ideia melhor de todas para aquele momento. Quem melhor que um bruxo para dizer o que esta acontecendo.
— Gi, essa ideia é perfeita. Precisamos disso pra agora. Até conseguimos saber do que esta acontecendo. — deitei sorrindo de leve— Hwanw e Youngjo podem procurar para nós?
— claro. Será um prazer— os dois desapareceram de nossa frente, se conseguirmos aquela informação estávamos com vantagem. Olhei os dois ali e sabia que eles queriam ficar de olho nos humanos, liberei ambos e subiram, me direcionei para o quarto onde estava Seoho.
Ele era tão lindo dormindo, agora que estava com os curativos ele estava mais calmo em seu sono. Mas não estava calmo, queria entender der o motivo de tudo aquilo ter acontecido com ele, o por que do ataque e o que os lobos tinham de envolvimento com aquele vampiro, logo ouvi a porta de meu quarto se abrir os gêmeos estavam parado nela olhando a mim assustados.
— ele está bem? — Dongju pergunta se aproximando da cama.
— sim, ele está bem.
— eu fiquei com medo. Os gemidos de dor dele me assustaram. Nunca vi ele reclamar de dor daquela forma— ouvindo Dongmyeong eu olhei para Seoho, será que aquele vampiro era o que estava causando aquela dor. Lembrei do momento que ele foi resgatado no banheiro e Giwook havia me dito de uma sobra negra que perseguia o Seoho. Seria então aquele vampiro que estava querendo o pegar.
— estamos investigando isso. Por quanto prefiro que vocês vão para casa e descansem, e evitem sair para qualquer lugar que não seja a escola e aqui. — deitei vendo os dois concordarem, se despediram de Seoho e saíram pela porta. Fiquei novamente a espera do mesmo acordar, ainda estava noite, então logo despertaria do cansaço.
Abrindo meus olhos percebo o ambiente escuro, tentei me mexer vendo que meu corpo doía a cada movimento, senti a presença de um ser ao meu lado me encarando, me virei para ele, como era escuro seus olhos não davam para ver, já que no humano dele eram negros como duas jabuticabas.
— o que aconteceu? Cadê os meninos? — pergunto, ele sorri de leve para mim, juro que me senti envergonhado com aquele sorriso, meu rosto estava esquentando.
— os meninos estão bem, já seguiram para casa. E parece que os lobos e um vampiro. Não estamos certos disso ainda. Estavam atrás de você.
— de mim? Por que?
— ainda não sei, mas Hwanw e Youngjo já seguiram para buscar por informação. O bom que já está tudo bem agora, e será melhor você voltar para casa.
Eu não queria concordar com ele, mas eu nem sabia que horas eram, levei a mão em meu bolso e percebi que meu telefone não estava ali, procurei de um lado, e do outro.
— o que foi? — me olhava confuso, eu lhe encaro choroso, que coisa chata, já não era um telefone dos ótimos ainda perdi ele.
— acho que perdi meu telefone na correria da fulga. Isso é ruim.
— nossa, espero que ainda esteja por lá. Vou procurar para você.
— obrigado konny— ele me encarou confuso, e eu novamente corei, acabei de apelidar um vampiro. Meu senhor devo estar louco só pode.
— de nada, vamos — pelo menos ele não fica rindo de mim nesses mó. Netos meu de deslize. Me levantei da cama vesti meu casaco e seguimos para a moto dele, logo indo para a minha casa. Confesso que em minha mente estava difícil de pensar em algo a dizer para meu pai. Ele já sabia que eu ia sair com os meninos mas não sabia se tinha chegado no ouvido dele sobre o ocorrido do parque. Mas eu duvidava encontrar ele ali.
Quando desci da moto entreguei o capacete para ele, keonhee mesmo na luz do poste e da Lua que estava no céu, sabia ser um belo jovem lindo, novamente penso nessas besteiras e tento voltar a mim, o que ele vai querer comigo não é.
— obrigada por tudo— direito baixo ele levantou meu queixo e me encarou no fundo dos olhos, parecia estar procurando algo em meu olhar envergonhado, eu por outro lado me perdoa no dele, vendo o quão lindo e quente Keonhee era.
— de nada, qualquer coisa chame meu nome, eu vou te ouvir— concordei com a cabeça ainda em choque de seu ato e segui a entrar para dentro da casa. Virei a massa neta e percebi que ela estava aberta, o que me deixou intrigado, comecei a entrar devagar no ambiente vendo um pouca luz na sala. Duas garrafas de gim e pelo visto vazias. Meu pai estava bêbado. Olhei para a política ele estava sentado, seu olhar cruel me assustou de relance. Engoli em seco.
— oi Junseo— novamente voltei a pronunciar o nome em vez de pai, ele se erguei da cadeira, seus paços pesados, senti um arrepio involuntário no corpo, estava agora de frente para mim, seu olhar Negro, o ódio exalava misturado com o cheiro da bebida. E antes de qualquer palavra que eu preferisse para dizer sobre o meu estado físico, ele proferiu um tapa estrelado no meu rosto.
Aquele momento fiquei em choque, meu pai estava me dando um tapa na cara sem nenhum motivo, sem nenhuma razão. Virei meus olhos cheios de lágrimas para ele e seus olhos estavam sóbrios para mim, minha mão estava apoiada no local agredido.
— por que esta fazendo isso? — só deu tempo de perguntar, novamente outro tapa, me deixando com uma dor horrível, me direciono a fugir dele, sair da porta ele me pegou pelos cabelos e tampou minha boca para não gritar, o medo estava estampado em meu rosto.
— gosta de dizer aos outros que sou um monstro de pai? Gosta de falar que eu sou horrível. Que não sou seu pai. Que ainda por cima penso em dinheiro e não em você? Hoje você vai aprender que eu sou seu pai, e que dessa sua boca nunca mais sairá nada contra mim. Você é igual a sua mãe, e só depois do que fiz pra ela a mesma aprendeu sobre mim— ouvir aquilo me deu uma crise de panico, ele me arrastou para o quarto, entrei no ambiente me debatendo dele para me soltar, não conseguia nem me livrar dele. Me jogou contra o chão, e dali só ouvi o barulho da fivela do cinto abrindo e a dor sobre meu corpo a cada chicotada daquele objeto de couro duro batia contra meu corpo.
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