64.

OLIVIA JONES
Los Angeles

— Oque acha desse aqui? — Vinnie fala pegando uma camiseta de bebê branca básica.

— Gostei. — falo isso para tudo oque Vinnie me mostra.

Estávamos em uma loja só de roupinhas de bebês, e Vinnie pegava tudo oque ele gostava e colocava no carrinho.

Já se passaram 5 meses, e minha barriguinha está bem grande, e já descobrimos o sexo do bebê.

É menino.

Então, meu palpite e o de Vinnie estava certo, e o resto da família que achou que era menina, estava errado.

Mas isso não quer dizer que eles não vão amar o menino, é claro que vão.

Já escolhemos o nome, será Peter.

— Oque acha desse? — o mesmo fala pegando uma camiseta de bebê em tom de azul claro.

— Também gostei. — falo dando um leve sorriso alisando minha barriga.

— Oque acha desse do homem aranha? — Vinnie fala pegando uma roupinha de frio do homem aranha. —Já que o nome dele é Peter, pode lembrar o filme. — o mesmo fala sorridente.

— Poe no carrinho. — falo indicando para o mesmo por as peças de roupas que ele segurava no carrinho, que já estava bem cheio.

— Vinnie. — o chamo olhando uma certa roupa pendurada no cabide da loja. — Olha esse de dinossauro. — falo pegando uma roupinha de dinossauro com uma toquinha que imitava um dinossauro verde.

— Meu Deus. — Vinnie vem até meu lado apreciando a pequena peça de roupa em minha mão. — Precisamos levar. — o mesmo fala e pega a peça de roupa de minha mão. — Imagina ele de dinossaurinho. — desse jeito vamos falir.

Paro para imaginar.

Imagina só o nosso filho vestido de dinossauro, a coisa mais fofa que consigo imaginar.

— O bebê mais fofo do mundo. — falo só de imaginar nosso filho com uma roupinha de dinossauro.

— Vamos levar. — Vinnie coloca dentro do carrinho e sai o empurrado.

Para ser sincera eu não estava me sentindo muito bem, estava um pouco tonta e com dor de cabeça, e bem cansada.

Mas Vinnie estava tão empolgado pegando as coisas que preferi não falar nada.

— Levo a da Nike ou a da Adidas? — ele fala pegando em mãos duas camisetas brancas com o símbolo de cada marca que ele sugeriu, e eu do de ombros. — Vou levar as duas. — Vinnie põe mo carrinho.

Minha pernas estavam cansadas.

— Vinnie. — chamo o mesmo um pouco fraca. — Eu não estou me sentindo muito bem. — Vinnie logo vem até mim extremamente rápido e preocupado.

— Oque você tem? — o mesmo segura em meus braços para evitar que eu caía, e eu suspiro forte.

— Podemos passar essas compras e ir para casa? — eu realmente estava me sentindo muito casada. — Estou me sentindo um pouco mal. — falo segurando os braços de Vinnie.

Isso é cansaço.

— Tá bom. — Vinnie fala com um olhar extremamente preocupado.

— Corte de tempo !

Já estávamos em casa, e eu só estava me sentindo casada, assim que eu cheguei, acabei dormindo, e Vinnie não saiu do meu lado por um segundo.

Assim que abro os olhos, vejo o mesmo deitado ao meu lado, me olhando e intercalando entre meu rosto e minha barriga.

— Está se sentindo melhor? — ele pergunta calmamente e eu do um leve sorriso de canto.

— Sim. — falo alisando minha barriga, oque eu faço muito. — Só estava cansada. — falo o olhando ainda sonolenta.

— Estão com fome? — eu amo quando o vinnie nos chama no plural, ele pergunta para mim e para o bebê, acho isso muito fofo.

— Estamos. — e eu sempre respondo na mesma.

— Oque querem? — penso um pouco antes de responder.

Mas logo algo me vem à mente.

— Eu estou com uma vontade enorme de comer bolo de chocolate com morango. — falo salivando só de pensar.

Acho que é desejo do bebê.

— E como que faz? — Vinnie fala se levantando e me olhando confuso.

— Não seria mais fácil ir comprar já pronto? — tento facilitar a vida dele, mas parece que ele não quer.

— Jamais vou deixar você sozinha depois desse susto. — ele me olha extremamente frustrado.

— Eu não queria te assustar. — falo manhosa, ele parecia bravo com uma coisa que eu não tenho culpa.

— Eu sei. — o mesmo fala vindo até mim desferindo um beijo em minha testa. — Mas não vou sair do seu lado. — Tem os ingredientes em casa?

— Tem. — falo simples e me ajeito na cama para poder ficar sentada em uma posição confortável.

— Então eu vou fazer. — o mesmo fala confiante.

— Você já fez um bolo alguma vez na vida? — questiona já sabendo a reposta.

— Não. — sabia, Vinnie não tem cara de cozinheiro, o máximo um macarrão instantâneo.

— Imaginei. — falo dando de ombros voltando a me deitar na cama em uma posição confortável. — Eu vou dormir mais um pouco. — falo me aconchegando. — Quando tudo estiver pronto me chame. — falo já sentindo meus olhos pesarem.

Ouço passos e logo sinto um beijo ser depositado em minha testa.

— Eu te amo muito. — o mesmo sussurra em meu ouvido. — Amo vocês dois. — fala passando a mão em minha barriga suavemente. — Qualquer coisa grita meu nome que eu venho correndo. — sinto o mesmo se afastar, e logo ouço a porta ser fechada.

Acabo não percebendo, mas acabei dormindo.

— Corte de tempo !

Eu já havia comido o bolo que Vinnie fez, e confesso que para o primeiro bolo de alguém, ficou muito bom.

— Eu vi tutorial no YouTube. — o mesmo fala se sentando junto a mim no meio da cama.

Passei o dia todo na cama, e agora era de noite, descansei bastante.

— Posso falar com ele agora? — vinnie me questiona e eu logo me deito para que ele possa falar com minha barriga.

Espero que ele faça isso sempre.

— Oi Peter. — do um suspiro. — Agora que eu sei que você é um bebê menino posso te dizer algumas coisinhas. — sinto seus dedos deslizarem em minha barriga. — Eu te prometo ser um pai presente na sua vida. — isso me emociona. — Te protejer. — as maos de Vinnie sobem e descem deslizando lentamente em minha barriga. — Te ensinar tudo oque eu sei. — Vinnie da um risada antes de continuar.

Não entendi o porque dele ter dado risada.

— E principalmente, te ensinar a pegar varais meninas e ser pegador que nem o papai. — o mesmo fala e eu logo desfiro um tapa não muito forte no seu ombro.

— Vinnie. — o repreendo.

— Desculpa. — Vinnie se desculpa e eu o olho triste. — Não vou te ensinar isso. — ele da risada. — Mas te prometo que vou te amar. — sinto o mesmo desferir um beijo em minha barriga. — E eu já te amo. — Vinnie se ajeita na cama deitando ao meu lado.

— Papai pegador? — questiono cruzando os braços e o olhando feio.

— Eu mesmo. — Vinnie se gaba e me olha sorridente.

Que sorriso.

Melhorar o dia de qualquer um.

— Então vai lá com as outras. — falo me virando de costas para ele e fechando a cara em sinômino de estar brava.

— Nunca. — sinto o mesmo se aconchegar atrás de mim. — A única que eu quero tá aqui do meu lado. — ele me abraça.

Esses momentos em família tornam meu dia melhor.

Só de saber que no final da noite vou ter ele junto comigo é meu motivo de continuar.

Somos uma família agora.

E daqui a alguns meses teremos algo mais importante ainda...

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