55.

OLIVIA JONES
Los Angeles

— Acalmem-se. — o Dr. Markes fala nos fazendo calar a boca.

Estávamos discutindo para saber quem entraria primeiro para ver Devy.

— Eu vou entrar primeiro. — Aaron fala firme assuntando um pouco o médico que recua dando um pequeno passa para trás.

— Tudo bem. — o médico faz um sinal com a mão pedindo calma. —Você entra primeira e logo quando você sair, você poderá entrar. — o mesmo fala apontando para mim.

Do um suspiro frustrada quando vejo Aaron acompanho o médico até o setor onde Devy estava.

Mas logo que Aaron entra em uma porta, o médico retorna vindo em nossa direção, e ele parecia nervoso.

— A paciente me contou tudo. — o Dr. Markes para a nossa frente e cruza seus braços.

— Tudo oque exatamente? — questiono quase sabendo oque Devy havia contado.

— Sobre o irmão dela ter transtorno de obsessão. — olho incrédula para Vinnie e Cloe mas logo volto a olhar o médico. — E por escolha dela, ela quer interna-lo. — eu sabia que era isso que ela queria. — Vou ligar para o outro hospital com suporte para esse tipo de transtorno para vir buscá-lo.

Do um suspiro de alívio em pensar que com Aaron longe e meio que preso, eu me sentiria segura.

Mas não deixo de pensar que Aaron e o único familiar de Devy.

— Ela pediu para que não chamassem a polícia. — o médico especificamente olha para Vinnie.

— Melhor assim. — Cloe fala dando de ombros. — Esse louco tem que se internado mesmo. — ela me olha com repulsa.

— Sendo uma pessoa ruim ou não ele é irmão de Devy. — falo cruzando meus braços em forma de tentar me aquecer, estava um pouco frio.

— Como você pode defender ele desse jeito? — a mesma para a minha frente e me encara. — Ele só te fez mal. — Cloe aponta o dedo em meu rosto e me olha de cima a baixo.

— Não importa oque ele tenha feito comigo. — retiro o dedo da mesma que estava apontando em meu rosto o abaixando com brutalidade. — Eu nunca desejaria mal a ele ou a qualquer um. — solto a mão da mesma depois que a baixo.

Ninguém aponta o dedo em meu rosto desse jeito.

— Você é ingênua de mais. — a mesma da um pequeno passo para trás e me olha irônica.

— Ela não e ingênua. — Vinnie se mete no meio afastando Cloe de perto de mim. — Ela só tem um bom coração. — ele a olha e logo em seguida olha para mim.

Assim que Vinnie termina de falar, vejo Aaron vir em nossa direção chorando.

— Ela quer falar com você. — ele para a minha frente chorando, isso me assustou.

— Oque aconteceu? — quem pergunta e Vinnie, e eu me mantive parava.

Era estranho ver Aaron chorar, eu senti que não era um choro verdadeiro.

Que estranho.

Aaron se manteve calado e saiu andando até as cadeiras e se sentou.

Sinto que deveria ir ver Devy o mais rápido possível agora.

Me desgrudo de Vinnie e caminho rapidamente até a porta em que Aaron saiu, que era o quarto hospitalar de Devy.

Assim que entro fecho a porta com cuidado e vejo a mesma deitada na cama.

Ela me olha um pouco fraca com seus olhos piscando lentamente, Devy tinha um cateter em seu braço tomando algo que eu não faço a mínima ideia do que seja.

A mesma da um sorriso de leve ao me ver entrar.

— Como você está se sentindo, bela adormecida? — falo me sentando na beira da cama hospitalar perto aos seus pés.

— Mal. — ela fala e sorri de canto e eu solto um suspiro. — Nunca pensei que levaria um tiro. — ela me olha incrédula.

— E do seu próprio irmão. — falo um pouco baixo e seguro a mão da mesma deslizando meu dedo. — O médico me contou sobre você querer internar Aaron. — a olho e inclino a cabeça para o lado.

— Sim. — antes de continuar falando ela suspira fortemente. — É o melhor para o bem de todos. — Devy aperta minha mão de leve.

— Você não vai se sentir sozinha? — a questiono fitando sua mão que estava na minha. — Ele é seu único parente... — falo mas sou interrompida por Devy.

— Eu tenho você. — ela fala relevante e sorri.

— Sim, você tem a mim. — confirmo, e realmente ela tem a mim para oque ela precisar. — Eu vou estar sempre ao seu lado. — do um sorriso para a mesma como retribuição.

— E eu vou conhecer seu filho. — Devy da uma risada boa de ouvir e eu a olho torto.

— Você escutou quando eu te falei sobre isso no carro? — o único jeito dela saber sobre isso seria ela ter escutando oque eu falei no carro em um momento de puro desespero.

— Sim. — ela salta a minha mão lentamente. — Eu conseguia escutar mas não conseguia me mexer. — a mesma tenta se apoiar na cama para se sentar e eu a ajudo.

— Sobre a internação do Aaron... — questiono assim que a ajudo a se sentar.

— Essa não seria a primeira internação dele. — a mesma olha para os seus pés cobertos pelo lançou do hospital. — Normalmente ele só foi internado por parar de tomar os médicos. — Devy suspira forte. — Mas dessa vez eu não pretendo tirá-lo de la. Isso foi longe de mais. — ela me olha fixo.

Sinto que ela queria me perguntas alguma coisa, só faltava coragem.

— Oque foi? — questiono a olhando com um sorriso estranho.

— A Cloe ainda esta aí? — que pergunta estranha.

— Está, porque? — a olho torto, mas longo fiquei boquiaberta ao perceber. — Devy sua safada. — bato de leve na sua mão. — Está afim dela? — a olho sorrindo.

Nunca imaginei.

— A um tempinho. — Devy da de ombros. — Mas ela só pensa no Vinnie. — a mesma fica cabisbaixa.

— Faça isso mudar. — falo incentivando a mesma. — Tome iniciativa. — fico de pé. — Não tente mudar o pensamento dela, mude oque ela sente por você. — começo a caminhar pelo quarto gesticulando. — Não precisa mudar oque ela sente por Vinnie e sim oque ela sente por você. — paro e a olho. — Ela pode estar sega e você pode abrir os olhos dela.

— Eu vou tentar. — a mesma sorri para mim.

— E pode ter certeza que eu vou te ajudar. — volta a ficar perto de Devy.

Nunca passou pela minha cabeça a possibilidade de Devy gostar de Cloe.

Cloe por si só e uma pessoa complicada, mas Devy pode dar um jeito nisso.

— Ela é tão linda. — Devy fala e tampa seu rosto por vergonha.

— Você está apaixonada. — do um grito fino por estar animada. — Depois que sairmos desse hospital. — começo a andar novamente de um lado para o outro no quarto do hospital. — Pode ter certeza que vou te ajudar com ela. — olho Devy e do um sorriso. — Vou ser sua cupido. — faço um símbolo de arco e flechas com a mão e Devy da risada.

Vinnie também ira ajudar, pode ter certeza que tudo oque ele puder fazer para tirar Cloe do pé dele, ele irá fazer.

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