49.

VINNIE HACKER
Los Angeles

— Parem de discutir. — grito para as duas mulheres quase se agarrando e se batiam. — A vida da minha garota está em jogo. — falo em um tom abrasivo. — E eu não vou deixar vocês me fazer perdê-la por uma discussão de banco da frente. — as duas me olham.

Na verdade, Devy não tinha culpa naquela discurso, até porque ela também só queria saber de Olívia no momento.

Mas Cloe tenta ajudar mas atrapalha ainda mais.

— Entrem no carro. — falo dando a volta e indo até a porta de meu carro. — Devy na frente. — falo entrando no carro, e logo as garotas fazem o mesmo.

Devy entra e logo coloca o sinto de segurança, já Cléo entra com uma cara feia.

Eu nem me do ao trabalho de colocar o sinto de segurada, logo começo a dirigir o carro para fora do estacionamento do prédio o mais rápido que consigo.

— Qual direção? — pergunto a Devy assim que saio do prédio com o carro.

— A esquerda, pista principal. — ela indica e eu logo piso fundo e dirijo para onde ela havia indicado.

— Vai me guiando. — falo para Devy que afirma.

Pelo menos Cloe estava calada, por enquanto.

— Oque ele te fez? — Cloe se aproximar do banco de Devy e fica perto a seu ombro.

— Porque a gente trouxe ela? — Devy fala suspirando forte enquanto eu foco na estrada.

— Não tínhamos tempo a perder convencendo ela a não vir. — falo olhando o trânsito, parecia que tinha algo. — A única coisa que eu quero é Olivia comigo. —  falo olhando os carros a minha volta.

— Vira a esquerda. — Devy fala e logo eu obedeço.

— Oque você viu nela que eu não tenho? — Cloe se aproxima de mim por trás do banco do carro e me questiona.

Eu até responderia, se não estivesse pensando no que Aaron está fazendo com Olivia agora.

— Eu não deveria ter contado sobre oque sei. — Cloe volta a se encostar no banco do carro e cruza os braços.

— É exatamente por isso que gosto dela. — falo aquilo sem pensar, mas era verdade. — Ela não agiria da forma que você está agindo agora. — falo firme. — Você praticamente disse que deveria ter deixando Aaron a levá-la a força.

Devy não prestava atenção na conversa, ela olhava alguma coisa na pista a nossa frente.

— A diferença de vocês é que a Olivia nunca faria mal a qualquer pessoa, seja ela quem for. — falo e logo do um suspiro.

— Vira a direita. — Devy fala e logo eu sigo na direção que a mesma manda.

Mas assim que olho, percebi que havia transitivo, um trânsito bem congestionado.

— Porra. — falo batendo a mão no volante do carro.

— Provavelmente foi um acidente. — Cloe se pronuncia. — Da para ver as luzes da ambulância. — ela aponta em uma direção e eu olho, realmente havia ambulâncias. — A gente não vai sair daqui nem tão cedo.

— Não tem outro caminho? — questiono Devy que parecia pensar.

Tinha que ter outro caminhão, se não tivesse eu juro que vou subir com o carro e cortar caminho pela calçada.

— Tem. — Devy fala depois de um tempo penando. — Mas é ariscado por la. — ela fala receosa.

— Pela Olívia vale o risco. — afirmo. — Por onde é?

— Da meia volta. — a fala e logo eu faço, já que não havia carros atrás, só na frente. — Rua principal, segue em frente. — assim que do meia volta, piso fundo no acelerador.

— Corte de tempo !

— Isso aqui parece um caminho de filme de terror. — Cloe fala depois de muito tempo em silêncio.

Estávamos em um caminho deserto, sem nenhuma civilização.

Devy estava inquieta, sua perna balançava com frequência, e ela parecia tremer.

— Desde que eu tive idade o suficiente para entender o jeito de Aaron. — Devy começa a falar e eu percebi que ela iria contar oque passou com Aaron. — Eu percebi que ele não é normal. — eu prestava atenção e Cloe também. — Minha mãe sempre dizia, seu irmão está bem ele só não é como as outras crianças, mas eu achava isso era porque ele era tímido. — olho para a estrada vazia em minha frente. — Ficávamos mudando constantemente de casa, cidade ou até mesmo de pais. — Devy muda seu tom de voz, parecia que estava chorando. — Eu nunca entendia o porque, mas minha mãe também dizia que era para o bem de meu irmão. — ela realmente estava chorando.

Aquilo parece que só iria ficar pior ao decorrer que ela contar a história.

— Um tempo depois, numa nova escola, eu comecei a perceber o comportamento de Aaron mudar. — vejo Cloe abaixar a cabeça, até porque Cloe ja passou muita coisa ruim com ele. — Agressivo, em todas as escolas ele sempre estava com uma menina específica 24 horas seguindo ela. — escuto o choro baixo de Devy. — Mas eu achei que era porque ele namorava. — ela da de ombros. — Mas chegou um dia em que eu tive que organizar algumas papéis que minha mãe pediu para separar.

Se ele fez algum mal a própria irmã, imagina imagina oque ele pode fazer com Olívia.

Sem pensar duas vezes acelero o carro o máximo que posso.

— Foi aí que eu encontrei uma pasta com milhares de exames. — se tem exames, tem doença. — Todos eles em nome de Aaron. — já era de se esperar. — Eu não entendia nada, mas fiquei curiosa. — a curiosidade pode trazes coisas ruins a tona. — Então tirei foto de alguns exames para pode pesquisar.

Devy respira fundo antes de continuar falando.

— Foi aí que eu descobri que Aaron tem transtorno de obsessão. — ele deveria estar internado. — Foi aí que eu entendi, mudavamos de cidade todo mês porque Aaron machucava pessoas por ser obsecado, e minha mãe nunca aceitou isso. — ela baixa sua cabeça. — Por isso ela dizia, seu irmão é especial, ele não é ruim, ele só e diferente.

Diferente? Ele é doente.

— E ela sempre priorizava ele. — Devy chora ainda mais. — Depois que a mamãe morreu, tudo mudou, Aaron nunca foi agressivo comigo. — Devy gesticula com as mãos. — Mas era como se ele estiver se tornado bipolar, uma hora ele dizia que me amava, outra ele me batia. — só de pensar nele batendo na Olivia, meu coração se aperta. — Aquilo tudo era um pesadelo, Aaron tomava remedios, mas ao ponto em que ele chegou agora, com certeza ele parou. — ela fala e seca as lágrimas de sue rosto.

Um silêncio se estabeleceu no local, mas logo Devy volta a falar.

— Precisando salvar a Olívia. — ela afirma o óbvio. —Não quero que nada do que ele fez comigo aconteça com ela. — Devy suspira.

— A casa. — falo assim que vejo uma casa isolada no meio da gama um pouco distante.

Independente de tudo, eu só quero que Olívia fique segura, e vou fazer oque conseguir para salvá-la.

— clique em votar, por favor ! 🗳—

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