26.
OLIVIA JONES
Los Angeles
— Você que vai pagar. — falo para Vinnie que estava dirigindo.
O tanto que Vinnie insistiu para que eu viesse com ele tomar um café, com a desculpa de que eu lhe devia um favor.
Vinnie se manteve calado, apenas me escutando reclamar o fato dele ter me tirado do horário de trabalho para poder tomar um café, oque poderia ser feito em outra hora.
— Porque quer tomar um café comigo? — questiono olhando hacker dirigir consertando, mas ele não responde, apenas engole seco.
Ele estaciona não em uma simples cafeteria, aquela cafeteria cheirava a dinheiro praticamente, e só tinha carros extremamente caros estacionados.
— Você me trouxe a uma cafeteria mesmo? — questiono o fato do lugar ser extremamente chique.
— Sim. — ele fala simples e da de ombros, e logo desce do carro e eu faço o mesmo.
Mas ao em vez da atitude de sempre de Vinnie, ele não sai andando na frente, ele me esperou.
O mínimo, ele me chamou e seria rude da parte dele ir na frente sem em esperar.
O acompanho até a entrada da cafeteria, e tinha que dar os nomes na entrada.
Assim que entramos, hacker me chama até uma mesa no canto e nos sentamos.
— Isso não é uma cafeteria. — falo observando a estética do lugar. — Aqui deve ser bem caro.
— Acho aqui mais ou menos. — ele fala me encantando.
— Para quem nasceu com dinheiro, é fácil falar isso. — falo o encarando de volta.
Seus olhos castanhos, os cachinhos loiros na testa, a sua boca rosada, o seu maxilar definido...
Percebi que estava encarando ele tempo demais, e logo desvio o olhar e vejo o mesmo rir.
— Não fica com vergonha de me olhar. — ele fala como se pedisse para que eu o olhasse de volta.
— Eu não estou com vergonha. — afirmo ainda sem olhar para ele.
— Então olha nos meus olhos. — ele fala e vira meu rosto segurando meu queixo, me fazendo fixar seus olhos nos meus.
Naquele momento, não sei oque me veio à mente, mas uma vontade de o beija-lo me consumiu.
Mas antes que eu pudesse fazer alguma coisa, uma atendente vem até a mesa nos fazendo cortar nossos olhares.
— Bom dia. — ela fala pois ainda estava de manhã. — Oque desejam? — Vinnie apenas me olha para mim, e eu peço meu pedido.
— Um café gelado e pães de queijo, por favor. — falo sendo o mais educada possível.
A atendente nota e logo olha para Vinnie, esperando ele pedir.
— O mesmo. — ele fala e logo a atendente sai.
— Não tem criatividade para pedir algo diferente para você? — pergunto irônica.
Obviamente eu não me importava se ele pediu o mesmo ou não, só usei para puxar assunto.
— A atendente até que é bonitinha. — Vinnie fala ignorando totalmente a minha pergunta, e procurando a atendente pelo lugar com os olhos.
Eu apenas reviro os olhos e fecho a minha cara.
— Oque foi? — ele me olha por eu ter mudado de expressão. — Ciúmes?
— De você? Nunca. — falo olhando para qualquer canto menos para os olhos de Hacker.
— Admite logo. — ele fala confiante de que era ciúmes, oque não era.
— Não sonha Hacker. — falo voltando a o encarar e apoio meus braços na mesa.
— Gostei do "Hacker". — ele fala e morde seus lábios inferiores. Ele pode ser um babaca, rude que só sabe falar de sexo a cada duas frases, mas que ele é lindo, ele é.
Vejo a atendente se aproximar novamente da mesa com os nossos pedidos em mãos.
Ela coloca na mesa, e antes de sair vejo ela colocar um papel na mesa a frente de Vinnie, e logo sai piscando para o mesmo.
— Olha só. — Vinnie fala e vira o papel para me mostrar. — O número dela. — ele fala e sorri para mim vitorioso.
— Odeio homens. — falo pegando meu café gelado e dando um gole.
— Diga que me odeia depois que eu te fuder. — ele fala e o casal da mesa ao lado nos olha.
— Isso não vai acontecer. — falo e pego um pão de queijo para dar uma mordida.
— É oque você diz. — ele fala e logo morde um pão de queijo ainda me olhando.
✗ — Corte de tempo !
Eu e Vinnie estávamos dentro do carro, ainda estacionamento na cafeteria.
Vinnie ria de um garoto que havia tropessado em nossa frente assim que saímos, e eu estava reclamando com o mesmo pelo fato do garoto ter se machucado.
— Para de rir. — reclamo seria para o mesmo, que mesmo assim continuo rindo. — Ele se machucou tadinho. — falo relembrando que o joelho do mesmo saiu todo ralado. Fiquei com dó.
— Você é muito chata. — ele fala parando de rir e me encarando. — Tira a graça de tudo. — Vinnie me olha fixo.
Ficamos nos olhando por alguns segundos, até que eu decidi quebrar o silêncio com uma frase terrível que não sei de onde saiu.
— Se você não fosse tão grosso eu te beijaria agora. — falo e vejo o mesmo fitar minha boca.
— E se você não fosse tão chata, eu também te beijaria agora. — ele fala ainda olhando meus lábios. — E também te comeria aqui no carro mesmo.
— É impressionante como você consegue quebrar o clima. — falo desviando o olhar dos seus olhos e virando a cara para o lado.
— Só falei verdades. — ele fala e logo o vejo ligar o carro.
Eu estava a segundos de o beijar, oque eu tinha na cabeça?
Se não fosse a frase ridícula dele, provavelmente estaríamos com os lábios grudados agora.
— Ficou bravinha? — ele fala dirigindo. — Achou mesmo que eu iria te beijar? Fala sério. — ouço Vinnie rir.
— Vai me dizer que não queria? — falo o olhando assim que ele para em um semáforo.
— Não. — Vinnie me encara.
Então vamos ver.
Retiro o sinto de segurança, e me apaixono do mesmo, deixando meu rosto a milímetros do dele.
— Diz que não que me beijar. — falo para o mesmo que se manteve parado. — Diz Hacker. — falo me aproximando ainda mais.
Ele não falou nada, apenas tentou se aproximar mais para juntar nossos lábios, mas eu recuo.
— Não parece que você não quer. — falei o encarnado sorrindo de canto.
— Você só vai ser te jeito quando eu te fuder mesmo. — ele fala ainda me encarando.
— Sonha, Hacker. — falo provocativa. — O sinal abriu. — falo pois Vinnie ainda me olhava e coloco meu sinto de segurança de volta.
O arrependimento bateu rápido, eu não sei oque deu em mim agora.
— clique em votar, por favor ! 🗳—
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