PRÓLOGO
Eu era apenas uma jovem saudável e sonhadora que sonhava em fazer uma faculdade, e talvez, me casar futuramente. O meu pior pesadelo começou em um dia aleatório do meu dia.
— sério, não aguento mais essa queda de cabelo! – resmungo para minha amiga com o celular na orelha – toda vez que vou lavar o cabelo é isso.
— você já pesquisou na internet o que pode ser? – ela me pergunta e eu nego.
— não, mas acho que não deve ser nada fora do comum – falo.
— mas quando isso começou?
— têm dias atrás, quando fui tomar banho e lavar meu cabelo.
— é totalmente estranho isso – será que ela tinha razão? Porque nem sempre o chrome aceita as coisas.
— sinceramente não sei de nada – digo – vou fazer a janta e depois ir dormir, tchau rosie – me despeço da minha amiga.
— adeus lalisa.
Desligo o aparelho, e coloco em cima da cama. Desço para a cozinha e abro os armários pegando um cup noodles, um pouco de queijo e mais alguns complementos para colocar no macarrão.
Pego um canecão derramando água nele e colocando no fogão, e ficando pouco minutos no fogo desligo e jogo o conteúdo fervente dentro.
Aguardo mais um momento e o macarrão ficou pronto. Adicionei o queijo derretido e peguei com cuidado o pote indo para a sala de estar ligando a televisão e sentando no sofá.
Coloquei em um programa que eu amo, e comi com vontade todo o macarrão. Quando acabou coloquei o pote no lixo indo em direção do banheiro escovando os dentes e caminhando para o quarto onde comecei a me preparar para dormir.
[ • • • ]
Quando acordei e me levantei para me arrumar e ir ao hospital, me deparei com manchas roxas em todo o meu corpo. Coerentemente estranhei. Eu já tinha avisado ao meu chefe que eu chegaria mais tarde hoje.
Adentrei no banheiro, arrancei todo o meu pijama e entrei dentro do box deixando a água cair no meu corpo, passando o sabonete depois.
Fechei o chuveiro, me secei com a toalha, vesti a roupa que separei para consultar hoje e depois me desloquei para à frente do pequeno espelho arrumando meu cabelo preto e minha franja.
Adentrei o meu quarto novamente, agarrando o celular e entro no aplicativo, chamando um motorista. Vou para fora e espero o carro chega até em minha humilde residência.
Minutos se passaram e o carro estacionou para que eu pudesse entrar. Pago a corrida e o motorista nós tráz até à frente onde é o hospital.
Eu agradeço e vou correndo para o local, a consulta era com o médico jinyoung e estava marcada às sete horas da manhã, e eu acabei me atrasando um pouco.
Quando chego, ouço meu nome ser chamado e me apresso para adentrar o cômodo. faço os exames e a noite eu tinha que vim novamente para pegar os exames.
Vou andando quase correndo até onde eu trabalho e adentro o escritório, onde eu me deparei com o meu chefe, mas por um milagre ele me ignorou. Eu passo reto por ele e me sento na minha cadeira, ligando o computador.
Duas horas foram passadas voando, e eu não estava me sentindo muito bem. Eu estava com uma intensa falta de ar e prestes a desmaiar de mal estar, quando um colega de trabalho viu e tentou me segurar, mas não deu tempo.
Eu apaguei e depois disso não vi mais nada, apenas a escuridão.
[ • • • ]
A cena seguinte quando eu acordo, é eu recuperado a consciência deitada em uma maca de hospital e avistando um médico conversando com uma enfermeira segurando um papel.
Quando ele me viu, veio em minha direção e parou no meu lado. Ele parecia nada contente com uma coisa. Terminou de ler a folha.
— paciente lalisa morgan? – assinto – você tem uma doença que não cuidada, pode ser fatal para sua saúde.
Fico assustada e pensativa do que pode ser.
— o quê é? - pergunto com a voz falha, ele respira fundo.
— você está com câncer pulmonar – fala direto – sua estimativa de vida é de dois anos e meio.
Meu mundo caiu naquele mesmo instante, fiquei totalmente arrasada com a notícia e tudo oque eu queria era desaparecer para nunca mais ser vista.
E acredite, isso foi apenas o começo do meu sofrimento tanto externo e interno.
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